Tareb Edson

13.11.06

analice


ano passado com minha amigona Analice!
ela que fez a montagem!! show!! noite bizarra! iuahiuiuahiau

23.8.06

pôr do sol 1

19.7.06

Rosa

brota, cresce, vive, seca... quase tudo é assim.

iuhuu!!!

nham!!!



só mais uma pela empolgação da descoberta!!

Surf!



ahahah que massa!! Descobri que pode colocar animações!!

7.7.06

O tempo passa rápido

Tava saindo de casa.
Assim que me virei depois de fechar o portão, vi tres guris jogando bola como eu ja joguei ha alguns anos: De um lado da calçada, um muleque chuta a bola pro outro lado, tentando fazer gol no portão de uma garagem. o goleiro fica la, tentanto agarrar.
Achei massa, porque lembrei o tempo que vivi em Natal, la pelos meus 13 anos. isso me foi bastante corriqueiro.
Quando eu ia passando, um dos muleques que tava chutando ao gol me vê e diz para o outro:
- espera o hooome!!!
-han?- pensei eu- homem?
Sim era comigo. Passei olhando os boys e depois fiquei pensando no tempo que passou.

31.5.06

Gravidade 2

Foto de Hingrit Nistche

22.5.06

Gravidade


é a mesma coisa se sustentar de cabeça pra baixo e levantar o equivavelente ao próprio peso?

24.2.06

Os cupins

fazia pouco tempo que me mudei praquele kitnet. desta vez estava morando só. é ao mesmo tempo estranho, bom, sensação de desamparo e aventura, expectativa. ter que se virar por conta propria, poder fazer o que quizer quando e como quizer, chegar e sair a hora que quizer, mas tambem ter suas responsabilidades. cuidar da casa, cuidar dos negocios, providenciar as coisas sozinho, ser ao mesmo tempo responsável e livre. se é que entendem. era com essas sensações que eu me deitava olhava ao redor da casa, a mesa do computador... custou x! trabalhei e consegui com meu próprio suor... sozinho... essas vasilhas na estante tb... a fruteira! eheh enfim! olhava os moveis e os objetos e tinha orgulho de ter chegado aquele ponto. claro... havia muitas outras coisas que sem meus pais, sem minha familia, sem meus amigos nao teria conseguido, uns foram dados, outros conseguidos juntos. nada consegui sozinho de fato! afinal precisamos de todos. somos interdependentes.

sim mas vamos à história. isso foi só pra mostrar o que se passava na cabeça qdo me levantei e fui ao banheiro, escovar os dentes acho, ou colocar alguma coisa no espelho.e percebi dois buraquinhos. cmo se tivessem perfurado e colocado dois parafusos. olhei bem... o que é isso? havia tipo uma casquinha de ferida. cutuquei. nada... cutuquei de novo. duas formiguinhas sairam. eheh daí foi que peguei uns palitos de churrasco e fui mecher lá. talvez tivesse um ninho de formiga. talvez nao tivesse nada. bom, tinha várias formigas, mas nao pareceu um ninho. eram umas formigas diferentes, mas tudo bem, nao vinha ao caso. matou a curiosidade, achei que nao fosse nada de mais e resolvi tampar os buraquinhos com dois adesivos. fiz. fui.

eu tinha saído de casa quando voltei fui naturalmente trocar de roupa tal, ligar o computador, comer uns pães, depois fui escovar os dentes. tava olhando pro espelho pa pa pá, olhando escovando, tranquilo e percebo uma casquinha embaixo do espelho. continuo escovando, com uma mao escovo, com outra catuco a casca. aquelas formigas!! putz! acharam outra saída. atraz desse espelho deve ter várias. então assim que termino de escovar os dentes, vou me dar ao trabalho de infernizar essas bichinhas, afinal elas estão na minha casa, no meu espelho e eu tenho que dar um jeito nisso. então la vou eu pegar mais palitos de churrasco e catucar aquela nova saída das formigas esquisitas como quem catuca o ouvido com contonete. desta vez sairam mais formigas. joguei perfume, que era algo que ardia heheh... achei que perfume forte pra elas seria bom para agoniza-las. bem... gastei um tempo nisso, uns dez minutos. precisei da sandália desta vez. bom qdo matei todas e nao saia mais... fui dormir. tarefa cumprida.

dormir... dormi bem, o dia tinha sido cheio, como quase todos do ano passado. era trabalho, universidade, projeto, tanta coisas, eu me perdia, eu me desorganizava, mas lutava tentava fazer tudo. é assim mesmo a vida. como aquela musica dos paralamas "eeeu acordo pra trabalhar, eu durmo pra trabalhar eu corro pra trabalhar..." era a musica da época. perdi várias coisas, ganhei outras várias e continuo assim, só que desta vez, mais organizado, apesar das falhas.

bom, então acordei para mais um dia! acordei bem, me espreguicei, fui escovar os dentes caraca!! cupins!!! aquelas formigas eram na verdade cupins! tinham saído daquele ultimo buraco e tinham começado a fazer aqueles tuneizinhos. havia um palmo de tunel cupinzíaco. então naquela manha me empenhei em matar todos os cupins que saíssem dali. e o fiz. sandálias na mão e palitos de churrasco. catuca, catuca, catuca, mata, mat,a mata, catutca catuca, mata mata, tome cupins! hoje penso que devia ter comprado logo um inseticida. aqueles palitos e sandálias pareciam que estimulavam os bichos. pois depois de ter matado, ou melhor achado que tinha matado todos, era sempre assim, eu saia de casa ou ia dormir e qdo acordava eles tinham restaurado o que eu tinha destruido e aumentado muito mais os tuneis. chegou ao ponto de eles conseguirem sair do banheiro, entrar no quarto e andar tres paredes pelos cantos, chegar atraz do guarda roupa só faltou transformar o kitnet numa casa de joao de barro. juro que eu vi a hora disso. foi qdo fui pedir ajuda a Neide, a zeladora do prédio. em menos de uma semana eu tava vivendo com infinitos cupins. tava com a gota!

Neide então veio me socorrer. me fez juntar todos os moveis no meio do apartamento de um comodo só, fora o banheiro, claro, e depois de juntar tudo no meio, vimos todos os tuneis dos cupins. era como se uma raiz tivesse querendo envolver toda a casa. daí começamos: passava o cabo da vassoura e danava inseticida, era tanto que gastamos dois frascos de veneno e nós mesmo estavamos ficando envenenados. caramba! e pra varrer depois? era uma pilha de tanto inseto. Brunno, um amigo meu a quem contei essa história, disse que se eu nao tivesse feito isso, os cupins iam me levar, ou então eu ia acordar dentro de um sacrofago. pois bem, graças a Deus isso nao aconteceu. matamos realmente todos os cupins naquele dia. graças tb ao cientista que inventou o inseticida. se nao a luta teria sido maior e quem sabe, eu teria perdido.